segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Recurso de Tecnologia Assistiva

Recurso de Tecnologia Assistiva







Jogo: Troca Letras

Objetivos Didádicos:

·                  Conhecer as letras do alfabeto e seus nomes;
·                  Compreender que a cada fonema corresponde uma letra ou um conjunto de letras (dígrafos);
·                  Compreender que se trocarmos uma letra transformamos uma palavra em outra palavra;
·                  Compreender que a ordem em que os fonemas são pronunciados correspondente à ordem em que as letras são registradas no papel, obedecendo, geralmente, ao sentido esquerda-direita;
·                  Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças sonoras entre elas;

Público-alvo:

Alunos em processo de alfabetização, mas que não compreendem alguns princípios do sistema, como o de que duas palavras diferentes são escritas com letras diferentes e o de que a substituição de uma única letra transforma uma palavra em outra. É uma atividade interessante também para crianças que já detenham tal conhecimento, mas que ainda não tenham consolidado as correspondências grafônicas. Esses alunos já devem ser capazes de perceber que a escrita tem relação com a pauta sonora.

Sugestões de encaminhamento:

O professor deve ler em voz alta as regras do jogo e, à medida que lê, discutir com os alunos sobre como ele funciona. Durante o jogo, caso existam dúvidas quanto as regras o docente pode ler novamente o texto, mostrando aos alunos que é necessário compreendermos e aceitarmos as regras. Esse procedimento contribui para uma melhor interação entre as crianças para que elas se familiarizem com este gênero textual: Instruções dos jogos.
Antes de iniciar o jogo o professor deve fixar o quadro de pregas em um lugar acessível a todos os alunos, e deve espalhar as fichas de letras e figuras no birô. A cada troca de letras que um grupo for solicitado a fazer para que uma palavra se transforme em outra o professor deve refletir com o grande grupo sobre o êxito da troca. Caso o grupo não tenha escolhido a letra adequada ele não ganha pontos, e o outro grupo pode tentar realizar a atividade.

Dica ao professor:

Comparar palavras é um tipo de atividade muito importante no processo de alfabetização. Quando os alunos analisam duas ou mais palavras, buscando semelhanças e/ou diferenças, eles consolidam correspondências entre as unidades sonoras (fonemas) e unidades gráficas (letras). No caso deste jogo, além de comparar, os alunos fazem um esforço para identificar o único som (fonema) diferente entre as palavras. Para isso eles precisam segmentar a palavra e focar atenção no interior das sílabas, ou seja, além de perceber que as palavras são constituídas de unidades silábicas, são levados a refletir sobre as menores unidades sonoras (os fonemas) e suas relações com as menores unidades gráficas (as letras). Tal reflexão demanda um nível de conhecimento sobre o sistema alfabético mais elaborado em relação a outros tipos de atividades, quando os alunos precisam apenas segmentar e contar sílabas ou comparar palavras apenas quanto às semelhanças sonoras.
   Dada a importância desse tipo de atividade, consideramos fundamental que o professor desenvolva atividades semelhantes em outras situações, em pequenos grupos ou em atividades individuais, Pode-se, por exemplo, fazer um jogo em que os alunos, em grupos, sejam desafiados a dizer ou escrever palavras, trocando uma letra ou uma sílaba, transformando-as em outras palavras.

Sugestões:

Deste jogo pode trabalhar de forma individual com o aluno DF. O aluno recebendo as cartelas de letras e figura formará a escrita que pode ser escrito no papel ou no computador. Dependendo da limitação do aluno este cartão pode ser pacificado para que o mesmo possa manusear de forma mais tranquila que não danifique.





domingo, 4 de agosto de 2013

Texto sobre o Papel do Professor de AEE, Estudo de caso e Plano de AEE

Nas Escolas do Município de Palhoça, o papel do professor do AEE (Atendimento Educacional Especializado) e sala de RM, têm sido muito inovadores, sendo que diante da observação e orientação se dá o processo de aprendizagem, aonde na sala de aula vem acontecendo o trabalho de inclusão com mais qualidade. Na sala de AEE busca-se compreender a dificuldade de limitação que cada criança necessita melhorar para participar com mais tranquilidade na sala de aula. Neste espaço o professor do AEE tem um papel fundamental que seja entender e compreender a dificuldade em todos os sentidos. Partindo para o contexto da criança com deficiência Física, neste sentido o papel do professor é de fazer com que ela participe do contexto escolar com mais facilidade.
O perfil profissional de AEE deverá ser de buscar sempre inovações, novas possibilidades, para que o processo ensino-aprendizagem ocorra de maneira á proporcionar novas releituras de mundo com atividades que irão atender a diversidade da instituição.
Neste contexto, fazer um estudo de caso, tem a importância de investigar e compreender passo a passo que se encontra a criança no momento, assim se conhecem a sua história de vida, familiar, cultural e educação procurando entender melhor suas características de vida e limitação. Este estudo também contribui para  a prática pedagógica ajudando a compreender a dificuldade da criança. O professor do AEE analisando a dificuldade da criança durante o estudo de caso com certeza ajudará no desenvolvimento e construção do plano de ensino.
A partir de um plano de trabalho bem desenvolvido, com objetivos a serem alcançados sustentará muito no seu acesso a sala de aula com propostas facilitadoras a sua aprendizagem. Através do plano construído para cada criança temos como seguir uma meta de trabalho com mais qualidade para melhoria em todos os sentidos que a criança necessita para poder realizar com mais autonomia suas atividades diárias. Com certeza permitirá que o acesso desta criança, seja ela com deficiência física ou não na escola terá mais chance de aprender e se movimentar com sua própria limitação dentro da sociedade.
Sendo assim, conclui-se este texto com o seguinte pensamento, “nunca a mesma água, sempre o mesmo rio. Nunca as mesmas flores, sempre a primavera”.