domingo, 29 de junho de 2014

"O MODELO DOS MODELOS"

“Modelo dos modelos”

O atendimento Educacional Especializado – AEE é um serviço de atendimento  as pessoas com deficiências um espaço favorável  para as transformações  e mudanças com foco o  olhar transparente a inclusão na sociedade. Que esta realidade surge a partir do AEE o modelo ideal conforme o que pensamos e o que queremos para a proposta do AEE em si.
Analisando assim as coisas, “o modelo dos modelos almejado por Palomar deverá servir para obter modelos transparentes, diáfanos, sutis como teias de aranha; talvez até mesmo para dissolver os modelos, ou até mesmo para dissolver-se a si próprio.”
As pessoas com deficiências que são atendidas na sala de AEE, nas escolas estão tendo um ganho bem favorável quanto a sua permanência no ensino regular.  Assim desta forma os professores de educação especial estão desenvolvendo um modelo que ajuda a pensar que todos são pensadores que todos podem aprender uns com mais capacidades, outros mesmo com as limitações são capaz de concluir grandes obstáculos da vida.
O AEE de uma forma e de outra está modificando a realidade das pessoas com deficiências onde o olhar é de suma importância para o processo de  aprendizagem de igual para igual sem discriminação. O AEE que caminha junto a escola faz a diferença no processo de inclusão.

Como a regra do Senhor Palomar foi aos poucos se modificando que seria encontrar aquele que se adaptasse melhor a realidade que por sua vez fosse feita de tantas realidades distintas, no tempo e no espaço. Portanto o AEE também é um espaço que a tempo a tempo as pessoas são capaz de compreender sem diferenciar  o espaço de aprendizagem e que o AEE visa adequar buscando uma melhor  forma de estabelecer a construção conforme as teias de aranhas que com o tempo vão se modificando para uma realidade distinta e harmoniosa.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Jogo Coelhinho procurando a toca










Esta atividade será destinada para crianças acima de 7 anos de idades, sendo que poderá ser aplicados em sala de aula. Durante a realização as crianças tenham que visualizar as cores, os objetos, os numerais, o animal coelhinho que tem que saber encontrar o caminho certo para chegar a toca. Esta atividade pode ser dupla ou mais crianças, sendo que o professor poderá interagir na participação do aluno dando a esta criança uma inclusão eficiente e bem vista por todos.





sexta-feira, 18 de abril de 2014

No que se diferenciam a suodocegueira e a DMU?
A Deficiência Múltipla é: “Expressão adotada para designar pessoas que têm mais de uma deficiência> É uma condição heterogênea que identifica diferentes grupos de pessoas, revelando associações diversas de deficiências que afetam, mais ou menos intensamente, o funcionamento individual e o seu relacionamento.”
“Existência concomitante de duas ou mais deficiências cuja combinação dá origem a necessidades educativas únicas e permanentes.”
A múltipla deficiência pode ser deficiência auditiva ou a deficiência visual associada a outras deficiências (intelectual e / ou física), como também a distúrbios (neurológico, emocional, de linguagem e de desenvolvimento global) que causam atraso no desenvolvimento educacional, vocacional, social e emocional, dificultando a autonomia do indivíduo.
A Surdo cegueira é: “A criança surdocega tem uma das deficiências menos entendidas. Não é uma criança cega que não pode ouvir, ou uma surda que não consegue ver. É uma criança com privações multissensoriais, a quem foi efetivamente negado ou uso simultâneo dos dois sentidos distais.”
É uma deficiência única que apresenta a perda da audição e da visão de tal forma que a combinação das duas deficiências impossibilita o uso dos sentidos de distância, cria necessidades especiais de comunicação, causas extrema dificuldade na conquista de metas educacionais, vocacionais, recreativas, sociais, para acessar informações e compreender o mundo que o cerca.
Quais são as necessidades básicas deles?
Ø Evitar o toque de muitas pessoas;
Ø Estruturar o planejamento com atividades funcionais para os alunos;
Ø Não infantilizar, considerar sua idade cronológica;
Ø Estabelecer uma rotina previsível com uma comunicação possível;
Ø Estabelecer uma relação de confiança;
Ø Respeitar o tempo de aceitação;
Ø Desenvolver um diálogo não verbal, utilizando os movimentos do aluno;
Ø Utilizar as habilidades que o aluno apresente;
Ø Enfocar o processo de aprendizagem e não o resultado;
Ø Prepare um ambiente que estabeleça um lugar com limites espaciais, lugares muito amplos pode causar alteração de comportamento;
Ø Perceber suas intenções comunicativas;
Ø Dar novo significado e objetos e pessoas;
Ø Respeitar o tempo do aluno e não ser invasivo.
Quais estratégias que são utilizadas para aquisição de comunicação?
Para o desenvolvimento de habilidades comunicativos não-verbais, existem procedimentos e meios que não podemos desconsiderar, que são contínuos e graduais, como:
Ø Indicações táteis/cinestésicas;
Ø Sinais vocais/visuais;
Ø Indicações ou modelos;
Ø Gestos naturais;
Ø Sinais vocais;
Ø Sinais físicos (movimento do corpo);
Ø Objetos reais;
Ø Objetos representativos;
Ø Fotografias de objetos;
Ø Desenhos de objetos;
Ø Ilustrações coloridas;
Ø Ilustrações em branco/preto;
Ø Pictogramas;
Ø Palavras impressas ou em braile;
Ø Língua de sinais;
Ø Escrita na própria mão da criança.
Rederência:
MÁRCIA, H. M. L. FRIZANCO, Esclarecendo as Deficiências. Aspectos teóricos e práticos para contribuir com uma sociedade inclusiva. São Paulo. Prícipes. P.145. 2008.



domingo, 9 de março de 2014

O papel da inclusão da Pessoa com Surdez no Ensino Comum

O papel da inclusão da Pessoa com Surdez no Ensino Comum


Há dois séculos que na política vem-se desenvolvendo um estudo sobre gestualista e os oralista, tendo  como destaque nas diversas e ações desenvolvidas em prol a educação das pessoas com surdez, tendo como o foco de responsabilidade o sucesso ou fracasso escolar com base na adoção de uma e de outra concepção com suas práticas pedagógicas.


Sabemos que a nova política de educação no Brasil vem tecendo fios direcionais que possibilitam superar uma visão centrada de homem, sociedade, cultura e linguagem de forma fragmentária, certamente, não só neste momento histórico como um modismo, mas que se consolidará numa perspectiva de inclusão de todos, com especial destaque para as pessoas com deficiência. Neste ponto, uma nova política de Educação Especial na perspectiva inclusiva, principalmente para pessoas com surdez, tem se tornado promissora no ambiente escolar e nas práticas sociais/institucionais. Porém, por mais que as políticas estejam já definidas, muitas questões e desafios ainda estão para ser discutidos, muitas propostas, principalmente no espaço escolar, precisam ser revistas e algumas tomadas de posição e bases epistemológicas precisam ficar mais claras, para que, realmente, as práticas de ensino e aprendizagem na escola comum pública e também privada apresentem caminhos consistentes e produtivos para a educação de pessoas com surdez.  (p. 47 )


Para que as pessoas com surdez possa se desenvolver seu potencial como um todo, as discussões não podem ficar centradas somente na aceitação de uma língua ou de outra. A sociedade política vendo a linguagem do surdo estando muito fragmentada, então, surge uma nova política de educação especial na perspectiva inclusiva, principalmente para as pessoas com surdez, tornando assim, do ponto de vista, mudança no ambiente escolar e nas práticas sociais institucionais.

Este trabalho inclusivo têm defendido os marcadores indenitários dos surdos; tanto a cultura surda, identidade surda, língua surdas e sujeito surdo, pois é importante destacar que o sujeito surdo não considerado o deficiente, mas que apresenta perda sensorial auditiva aquela pessoa que possui surdez se limitando biologicamente para essa função perceptiva.  Do ponto de vista o texto deixa claro que:  “Quem não ouve, não tem deficiência e, sim, uma diferença cultural?”

Mas, é ser humano que apresenta um potencial sendo essa pessoa capaz, como ser de consciência, pensamento e linguagem. Diante deste contexto temos a certeza de que: A pessoa com surdez dentre do seu processo perceptiva, linguístico e cognitivo a pessoa com surdez precisa ser estimuladas e desenvolvidas, sujeitos que são capazes de desenvolver várias linguagens com potencialidade para adquirir e desenvolver não somente os processos visuais-gestuais, e sim também podendo ler e escrever as línguas em seus entornos e, se deseja também falar.

Dessa forma, o Atendimento Educacional Especializado Pessoa com Surdez respeita princípios pedagógicos essenciais, que garante o acesso ás duas línguas obrigatórias para o atendimento do aluno com surdez, mediante uma organização didática e metodológica do fazer aula especializada, sob a autoridade técnica, humana e política do professor como responsável pela mediação entre o conhecimento, o conhecedor e o conhecido num ambiente de aprendizagem processual dialógico, no qual se devem oferecer possibilidades infinitas para que ocorra a problematização, a experienciação, a experimentação, a demonstração e as trocas circunstanciais, promovendo o desenvolvimento social, afetivo, cognitivo e linguístico do aluno com surdez.

Para tanto uma das  funções dos professores de Atendimento Educacional Especializado para os alunos com surdez visa contribuir com a interação e a comunicação entre o professor, os colegas e o alunos com surdez na sala d aula comum, em virtude de já ter construindo de forma complementar os vários saberes que a classe comum não oferece, garantindo, efetivamente, a participação do aluno com surdez na dinâmica do aluno com surdez na dinâmica da sala comum.

Após o estudo sobre as concepções sobre oralista e gestualista entra também como destaque a LIBRAS e a Língua Portuguesa.

A atual revista da Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar na Abordagem Bilíngue na Escolarização de Pessoas com Surdez, 2010, p. 15. Aponta que:


“No Brasil, a Libras, reconhecida pela Lei 10.436/2002, é entendida como  a forma de comunicação e expressão em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoa surdas do Brasil.”


É importante pontuar neste texto que a perspectiva inclusiva rompe fronteiras, territoriais, quebra preconceitos e procura dar ao ser humano com surdez, amplas possibilidades sociais e educacionais.

Neste sentido, as pessoas com surdez necessitam de ambientes educacionais estimuladores, que desafiam o pensamento e exercitem a capacidade perspectivo.

Para as pessoas com surdez aquisição de Língua de Sinais, de fato, não é a garantia de uma aprendizagem significativa e sim por outro lado engloba outros tipos de sentidos de pensamentos. Que é a Língua Brasileira de Sinais. Língua Portuguesa, preferencialmente na sua modalidade escrita.

Do ponto de vista, este texto fala que o fracasso do processo educativo das pessoas com surdez é um problema da qualidade das práticas pedagógicas e não um problema somente focado nessa ou naquela Língua, ou mesmo numa diferença cultural, envolvendo outra cultura, uma comunidade com identidades Surdas próprias.


Referencias:


DAMÁZIO, M. F. M.; FERREIRA, J. Educação Escolar de Pessoas com Surdez-Atendimento Educacional Especializado em Construção. Revista Inclusão: Brasília: MEC, V.5, 2010. p.46-57. 




quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Descrição e Autodescrição



Descrição e Audiodescrição



 

A Bruxinha Lili e a Baleia Belena. 25/09/2013
 



De Ducca Rios, Hugo Dourado e Leonardo Copello, animação, BA, 2010, 5min.

A Bruxinha Lili e a Baleia Belena (de Ducca Rios, Hugo Dourado e Leonardo Copello, animação, BA, 2010, 5min) adaptado para pessoas com deficiência visual disponível gratuitamente.

Descubra se o mar é azul ou verde com a personagem Lili, ela sai por aí com sua vassoura mágica acompanhada por Gatelius e Nanai querendo saber a resposta. Mas no meio do passeio Lili encontra a baleia Belena, que está em apuros. É muita emoção e diversão, não perca.

O projeto filmesquevoam dando continuidade com mais esse filme visa melhorar a acessibilidade aos meios audiovisuais de deficientes visuais, mais especificamente a audiodescrição.

A Audiodescrição (AD) pode ser definida como a técnica utilizada para tornar o teatro, o cinema, a TV, bem como obras de arte visuais, acessíveis para os cegos. Seria a tradução das imagens.

A tradução (também conhecido como narração descritiva) fornece descrição vocal dos principais aspectos visuais de um filme, tais como descrições de cenários, expressões faciais, figurinos e cenários e das cenas descritas de forma audível durante pausas naturais no diálogo e não interfere nos efeitos musicais e sonoros. 


O filme também pode ser baixado gratuitamente, visto em celulares e tablets. 

Visite as redes sociais filmesquevoam:




 

sábado, 19 de outubro de 2013



 Pareamento de cores
 
 
 
 

Objetivos:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Desenvolver a motricidade;
Reconhecer ou identificar cores;
Desenvolver o raciocínio lógico seguindo regras na sequência das cores.
 
Material:
 1 Caixinha de papelão pintada de preta, com listas verticais coloridas;
Prendedores de roupa na quantidade e cores das listas.
 
Como trabalhar:
O aluno deverá pegar um prendedor, identificar a cor e fixar na caixa, pareando prendedor e cor.
Fazer o mesmo com todos os prendedores.
 
Lembre:
Este recurso foi construído na sala de AEE Polo Frei Damião com ajuda de um aluno DI.
 
 
 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Recurso de Tecnologia Assistiva

Recurso de Tecnologia Assistiva







Jogo: Troca Letras

Objetivos Didádicos:

·                  Conhecer as letras do alfabeto e seus nomes;
·                  Compreender que a cada fonema corresponde uma letra ou um conjunto de letras (dígrafos);
·                  Compreender que se trocarmos uma letra transformamos uma palavra em outra palavra;
·                  Compreender que a ordem em que os fonemas são pronunciados correspondente à ordem em que as letras são registradas no papel, obedecendo, geralmente, ao sentido esquerda-direita;
·                  Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças sonoras entre elas;

Público-alvo:

Alunos em processo de alfabetização, mas que não compreendem alguns princípios do sistema, como o de que duas palavras diferentes são escritas com letras diferentes e o de que a substituição de uma única letra transforma uma palavra em outra. É uma atividade interessante também para crianças que já detenham tal conhecimento, mas que ainda não tenham consolidado as correspondências grafônicas. Esses alunos já devem ser capazes de perceber que a escrita tem relação com a pauta sonora.

Sugestões de encaminhamento:

O professor deve ler em voz alta as regras do jogo e, à medida que lê, discutir com os alunos sobre como ele funciona. Durante o jogo, caso existam dúvidas quanto as regras o docente pode ler novamente o texto, mostrando aos alunos que é necessário compreendermos e aceitarmos as regras. Esse procedimento contribui para uma melhor interação entre as crianças para que elas se familiarizem com este gênero textual: Instruções dos jogos.
Antes de iniciar o jogo o professor deve fixar o quadro de pregas em um lugar acessível a todos os alunos, e deve espalhar as fichas de letras e figuras no birô. A cada troca de letras que um grupo for solicitado a fazer para que uma palavra se transforme em outra o professor deve refletir com o grande grupo sobre o êxito da troca. Caso o grupo não tenha escolhido a letra adequada ele não ganha pontos, e o outro grupo pode tentar realizar a atividade.

Dica ao professor:

Comparar palavras é um tipo de atividade muito importante no processo de alfabetização. Quando os alunos analisam duas ou mais palavras, buscando semelhanças e/ou diferenças, eles consolidam correspondências entre as unidades sonoras (fonemas) e unidades gráficas (letras). No caso deste jogo, além de comparar, os alunos fazem um esforço para identificar o único som (fonema) diferente entre as palavras. Para isso eles precisam segmentar a palavra e focar atenção no interior das sílabas, ou seja, além de perceber que as palavras são constituídas de unidades silábicas, são levados a refletir sobre as menores unidades sonoras (os fonemas) e suas relações com as menores unidades gráficas (as letras). Tal reflexão demanda um nível de conhecimento sobre o sistema alfabético mais elaborado em relação a outros tipos de atividades, quando os alunos precisam apenas segmentar e contar sílabas ou comparar palavras apenas quanto às semelhanças sonoras.
   Dada a importância desse tipo de atividade, consideramos fundamental que o professor desenvolva atividades semelhantes em outras situações, em pequenos grupos ou em atividades individuais, Pode-se, por exemplo, fazer um jogo em que os alunos, em grupos, sejam desafiados a dizer ou escrever palavras, trocando uma letra ou uma sílaba, transformando-as em outras palavras.

Sugestões:

Deste jogo pode trabalhar de forma individual com o aluno DF. O aluno recebendo as cartelas de letras e figura formará a escrita que pode ser escrito no papel ou no computador. Dependendo da limitação do aluno este cartão pode ser pacificado para que o mesmo possa manusear de forma mais tranquila que não danifique.